Peito Seco NÃO é uma doença!

Peito Seco NÃO é uma doença!

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Muita gente confunde PEITO SECO com doença, peito seco não é doença, mas sim a consequência de um problema que já estava ocorrendo.
Ocorre que uma das consequências de doença na ave é a redução da musculatura peitoral, com isso, o osso chamado ‘Externo’ ou ‘Quilha’, torna-se proeminente.

‘Peito Seco’ pode ser gerado por parasitas, fungos, bactérias, vírus, tumores, coccidiose, problemas de nutrição, falta de higiene, má qualidade da água e ainda outros fatores. Há também uma determinada doença que age reduzindo a capacidade de absorção de alimentos da ave, ela utiliza suas reservas de gordura (que é pouca nas aves), a seguir utiliza o glicogênio existente e por fim, consome as proteínas musculares.
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“Peito Seco é um sinal clínico que indica caquexia ou Fraqueza crônica e progressiva. Mal estar, perda de apetite e desgaste que levam ao consumo das reservas de energia e gordura e, por fim, da musculatura peitoral.”

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Quando a ave já está com “peito seco” ainda tem cura?

“Existem inúmeras causas para o “peito seco” que é considerado um quadro grave e até terminal para a ave. Se o diagnóstico for feito rápido e iniciado um tratamento intensivo, com muita dedicação do dono, ainda é possível a cura”(informação dada pela Dra. Soraya Málaga).

O melhor tratamento, entretanto, é o de prevenção.
Forneça alimentação adequada,atenção ao plantel (conjunto de animais), higiene, limpeza, tratamentos de manutenção sempre em dia.

Recomendamos a prevenção, podemos citar alguns itens importantes:

– Ir sempre ao seu veterinário de confiança, para verificar a saúde das calopsitas;

– Higiene absoluta das gaiolas, comedouros, bebedouros e equipamentos;

– Sistema de ventilação adequado, evitando as correntes de vento;

– Controle de temperatura e umidade. O excesso de umidade, associado à temperaturas elevadas, favorecem a proliferação de fungos, bactérias, endo e ectoparasitas;

– Controlar a superpopulação;

– Água de boa qualidade, de preferência mineral ou filtrada;

– Alimento balanceado, livre de contaminantes;

– Pássaros recém adquiridos devem permanecer em quarentena, sem qualquer contato com os demais equipamentos;

– Impedir o contato direto ou indireto com pássaros livres, como pombos e pardais que veiculam doenças e parasitoses;

– Evitar “stress” desnecessário, como animais domésticos ou pessoas estranhas dentro do criadouro;

– Tratamento profilático de verminoses e doenças com medicamentos de qualidade.

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Fonte: Universo das Calopsitas

Sobre a Calopsitas Betim

 

Equipe Calopsitas Betim 🐣🐥🐤

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